O barbeiro e o judeu da prestação contra o sargento da motocicleta

Veredas

Autor: Joel Rufino dos Santos

Formato: Impresso

Ilustração: Weberson Santiago

Faixa etária: A partir de 13 anos

Trabalho interdisciplinar: História, Português

Indicação: 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)

Área: Ficção

Assunto: Comunismo, Intolerância, Judaísmo, Nazismo

Temas contemporâneos: Pluralidade Cultural, Educação em direitos humanos

Dimensões do produto: 14,00 x 21,00

Número de páginas: 72

ISBN: 9788516054045

Moderna LiteraturaTruePortuguês BR
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Leitura indicada para:

  • Araribá Plus - 5ª edição
  • Disciplina: História (Araribá Plus 2019)

    Volume/Ano: 9º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 03


  • Projeto Araribá Plus
  • Disciplina: História (Araribá Plus)

    Volume/Ano: 9º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 04


    Disciplina: Português (Araribá Plus)

    Volume/Ano: 7º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 08


Sobre o Livro

Em tempos de ditadura, um boato deixa o Morro da Mineira em polvorosa: o menino Albino espalha por toda a cidade que Isaque, o judeu, possui um pedaço do sabão feito de seus pais, que teriam sido assassinados pelos nazistas. Existe sabão feito de gente? Mesmo tendo ouvido falar dos horrores da guerra, a cidade toda desconfia. O judeu, por sua vez, deixa claro que não faz nada de graça: só irá mostrar o sabão de seus pais no dia em que a cidade toda pagar as prestações que deve -- coisa que está longe de acontecer. Não há quem não tome posição: no início, a maioria não acredita na história, mas a coisa muda de figura quando barbeiro da região, dono da barbearia Stalingrado, afirma já ter visto, com seus próprios olhos, o tal sabão. A partir de então, a confusão só aumenta: um caderno esquecido no chão da barbearia leva o barbeiro a cogitar que o judeu seja o verdadeiro inventor da bomba atômica. Suas especulações, intercaladas com manifestações de simpatia ao regime comunista, acabam por fazer com que o barbeiro arrume encrenca com o autoritário sargento da motocicleta que não hesita em mandar prendê-lo. A Polícia Especial, porém, não é lá muito afeita a delicadezas, e o barbeiro não é liberado sem antes receber uma surra das mais violentas. A guerra entre o barbeiro e o sargento se acirra até o ponto em que ambos concluem que a cidade é pequena demais para os dois. Fica decidido que uma aposta resolverá a questão: se o judeu mostrar o sabão, o sargento vai embora; se não mostrar, vai o barbeiro. Resta saber se a cidade toda vai encontrar um modo de pagar as prestações...
 

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