Luz da Lua

Antologia de Poemas de Henriqueta Lisboa

Veredas

Autor: Henriqueta Lisboa, Bartolomeu Campos de Queirós

Formato: ePub

Faixa etária: A partir de 13 anos

Trabalho interdisciplinar: Português

Indicação: 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)

Área: Ficção

Assunto: Natureza, Silêncio, Simbolismo

Temas contemporâneos: Pluralidade Cultural, Ética

ISBN: 9788516076542

Moderna LiteraturaTruePortuguês BR

Leitura indicada para:

  • Projeto Araribá
  • Disciplina: Português

    Volume/Ano: 7º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


    Disciplina: Português

    Volume/Ano: 8º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


    Disciplina: Português

    Volume/Ano: 9º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


  • Projeto Araribá Plus
  • Disciplina: Português (Araribá Plus)

    Volume/Ano: 6º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


    Disciplina: Português (Araribá Plus)

    Volume/Ano: 7º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


    Disciplina: Português (Araribá Plus)

    Volume/Ano: 9º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 07


  • Vereda Digital
  • Disciplina: Literatura (Vereda Digital 2018)

    Volume/Ano: Volume Único

    Unidade/Capítulo: Capítulo 02


Sobre o Livro

A poesia de Henriqueta Lisboa é de grande delicadeza. Suas palavras, por vezes, desvelam coisas pequenas e ínfimas da natureza, revelando sua sutil beleza, enquanto em outros momentos tratam, com bastante simplicidade, de coisas complexas como amor, guerra e morte. Seus poemas, a um só tempo singelos e elegantes, constroem silêncios com palavras escolhidas com cuidado. Falam do "tênue fio" da existência sem se preocupar em dissecar os seus mistérios; pelo contrário, aceitando-os como se aceita um presente raro e frágil. Mesmo quando trata de coisas doloridas, o tom de Henriqueta se mantém leve, como o de quem compreende que a vida não deixa de ser bela por ser feita de perdas. Os temas escolhidos pela poeta podem ser simples, como o movimento de uma palmeira, o brilho de um vaga-lume ou a destreza de um esquilo que devora avidamente um coco, mas seu olhar para esses pequenos eventos é sempre bastante pessoal, surpreendente. Nas palavras do organizador Bartolomeu Campos de Queirós, a poesia de Henriqueta "é um convite insistente para que não deixemos passar despercebidos nenhum dos elementos que nos rodeiam e nos espiam".

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