O rei que não sabia de nada

Série O Reizinho Mandão

Autor: Ruth Rocha

Formato: Impresso

Ilustração: Carlos Brito

Faixa etária: A partir de 09 anos

Indicação: 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1)

Área: Ficção

Assunto: Democracia, Liberdade

Temas contemporâneos: Cidadania, Ética

Dimensões do produto: 16 x 23

Número de páginas: 48

ISBN: 9788516081638

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Leitura indicada para:

  • Buriti Plus
  • Disciplina: História (Buriti Plus)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 02


    Disciplina: Português (Buriti Plus)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 03


  • Projeto Buriti
  • Disciplina: História (Buriti 3a edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 8


    Disciplina: História (Buriti 4º edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 08


    Disciplina: Português (Buriti 3a edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 1


    Disciplina: Português (Buriti 4º edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 01


  • Projeto Buriti 4ª edição
  • Disciplina: História (Buriti 4º edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 08


    Disciplina: Português (Buriti 4º edição)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 01


  • Projeto Presente 4ª Edição
  • Disciplina: História (Presente 4ed)

    Volume/Ano: 5º Ano

    Unidade/Capítulo: Unidade 03


Sobre o Livro

O rei que não sabia de nada é um dos três livros que a Ruth Rocha escreveu sobre reis. Assim como nos outros dois, O reizinho mandão e Sapo vira rei vira sapo, ela tratou, com aquela graça só dela, temas para lá de cabeludos, mas muito importantes, como poder e democracia.
Mas vamos ao que interessa, ou seja, a história. Um rei nomeou seus ministros para ajudá-lo a governar, porque na verdade o rei não queria era fazer nada. Esses ministros, por sua vez, puseram uma máquina para trabalhar, porque também não queriam pegar no batente, não. Porém máquina é máquina, e essa foi dando defeito atrás de defeito e pouco a pouco o país foi virando uma bagunça.
Uma hora eram os semáforos que ficavam parados no vermelho; outra hora era o jornal, que em vez de ser impresso, era picotado; sem falar nos programas de rádio que a máquina botava para tocar: chatíssimos...
Mas o pior de tudo eram os campos secos, as plantações mortas, o povo malvestido, passando fome. Eis que um belo dia o rei (que não era má pessoa, mas tinha deixado toda essa maldade acontecer) decide sair do castelo para passear. Ele não sabia o tamanho da encrenca em que estava se metendo...
 

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