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Meu pai e eu
Autor: Carlos Brito
Ilustração: Carlos Brito
Faixa etária: A partir de 07 anos
Trabalho interdisciplinar: Arte, Português
Área: Ficção
Assunto: Amizade entre pai e filho
Temas relacionados: Ética
Formato: 17,00 X 24,00
Número de páginas: 40
ISBN: 9788516066482
Preço sugerido: R$ 44,00
Sobre a obra

Fazendo uso apenas de imagens, José Carlos de Brito nos conta, de maneira singela e delicada, um dia na vida de um menino e seu pai. Trata-se de uma narrativa sem grandes acontecimentos: o menino encontra o pai, eles saem juntos, vão ao zoológico, tiram fotos com os animais, tomam um lanche juntos e voltam para casa. Todas as imagens, porém, deixam transparecer uma ternura profunda entre ambos: é um livro sobre a felicidade de um dia simples. No silêncio da obra, o autor deixa muitas coisas não ditas, sugeridas, lacunas que cabe ao leitor preencher: será que o garoto é filho de pais separados e só vê o pai de quando em quando, no fim de semana?

 

Sobre o autor
Carlos Brito
Acho que eu tinha 14 anos quando um amigo me mostrou um desenho que ele tinha copiado de um livro. Lembro muito bem. Era um desenho feito a lápis de um carro de corrida em movimento, e estava muito caprichado. O livro era muito legal e tinha muitas imagens que nós copiávamos sem parar. Pensávamos que tínhamos uma queda para o desenho, ou pelo menos nossos pais achavam que sim. Lembro-me também de um quadro que havia na nossa sala. Era a reprodução de uma obra de um pintor holandês, mostrando uma paisagem campestre, com um campo de trigo dourado e algumas casas e moinhos ao fundo. Era muito bonito.

Meus primeiros trabalhos foram feitos para a Larmod, uma empresa de tecidos especiais, onde eu era encarregado de fazer as artes dos desenhos. Ali foi onde eu aprendi a trabalhar com cores. Depois desse período, fui ilustrador de revistas como Manequim, Claudia, Recreio.

No início da minha carreira recebi o prêmio de "Melhor Produção Editorial" com o livro "O rei que não sabia de nada", de Ruth Rocha, oferecido pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Um pouco depois, em 1981, veio o prêmio de "Melhor Ilustrador" (também oferecido pela APCA) e a láurea com "o Melhor para a criança", da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil, pelas ilustrações do livro "O que os olhos não vêem", também escrito pela Ruth Rocha.

Durante muitos anos trabalhei com grandes editoras: Abril, Cultura, Melhoramentos, Moderna, Editora do Brasil e Salamandra.

Nos anos 90 passei a me dedicar à pintura, concretizando um desejo que eu tinha desde pequeno, mas que ficava sempre em segundo plano.

Gosto muito de pintar, do cheiro das tintas, de telas grandes, de usar muitas cores. Para mim, pintar é tudo de bom.

Mas como tudo se renova, eu redescobri o trabalho de ilustrador e fiquei encantado com as novas técnicas e programas que ajudam a criar um trabalho com mais qualidade.

Enfim, esse livro é muito especial, pois aqui eu procurei colocar o melhor dos meus dois mundos: pintura e ilustração.
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