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A Guerra dos Botões
Autor: Louis Pergaud
Tradução: Luciano Vieira Machado
Ilustração: Desenhos de Aude Soleilhac / Cor: Isabelle Merlet
Faixa etária: A partir de 12 anos
Área: Ficção
Formato: 22,00 x 29,00
ISBN: 9788516085735
Preço sugerido: R$ 46,00
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Sobre a obra

Esse romance é cheio de humor, inocência e zombarias, mas, à medida que avança, ele se torna mais sombrio, e então fica difícil distinguir entre a brincadeira e a realidade. Como acontece todos os anos, as crianças de duas aldeias vizinhas travam uma guerra, com porretes, pedras e estilingues. Naquele ano, sob a liderança de Lebrac, os garotos de Longeverne têm a ideia de despojar os inimigos de seus botões, para obrigá-los a voltar em andrajos para casa. A humilhação é certa, e a surra, garantida.

Sobre o autor
Louis Pergaud
Louis Pergaud nasceu em Belmont, uma aldeia do Franco-Condado, região do leste da França que serviria de inspiração para todas as criações do autor. Pergaud seguiu os passos do pai, professor primário, e aos dezesseis anos prestou o concurso para a Escola Normal de Besançon, sendo aprovado em primeiro lugar.

Em 1903, com a ajuda de um amigo (o poeta Léon Deubel), pôde publicar a primeira coletânea de poemas, A aurora (L’Aube). Em 1910, uma coletânea de contos seusganhou o prestigioso prêmio literário Goncourt. Em 1912, já tendo demonstrado talento como escritor, Pergaud lançou sua obra-prima: A guerra dos botões, romance de meus doze anos. Essa história, que calou fundo no coração de todos, inscreve-se perfeitamente em sua época. Graças aos diferentes conflitos mostrados no livro, percebe-se a tensão que existia na França daquele tempo, tanto no nível cultural quanto no religioso. Pergaud esteve em posição privilegiada para testemunhar os resultados da separação entre a Igreja e o Estado, experiência que ele partilha por meio de seu romance.

Em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, Pergaud foi gravemente ferido e, depois, resgatado e aprisionado pelos alemães e morto pela própria artilharia francesa. Seu corpo nunca foi encontrado, e em 1921 a França o declarou oficialmente morto em combate.
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