Livros de Walcyr Carrasco estimulam crianças a crescer sem preconceitos

calendárioAgo 06

Em três obras, o autor trata de temas como discriminação, bullying e diferenças sociais
Por Natalia Maruyama 6 fev 2019

 

A infância é o momento em que absorvemos aprendizados para a vida toda, que vão além de disciplinas como português ou matemática. É quando somos pequenos que formamos nosso caráter e nossa índole, conforme aquilo que vivenciamos.

 

E por ser uma época tão importante da vida, a infância é o momento ideal para aprender sobre viver com as diferenças e respeitar ao próximo. Crianças que aprendem desde cedo sobre amizade, compaixão e solidariedade, estão preparadas para uma vida adulta sem preconceitos. E uma grande ajuda nesse quesito é a literatura.

 

Pensando nisso, o dramaturgo e escritor Walcyr Carrasco criou uma forma de ensinar às crianças a crescerem sem preconceitos e a lidar com as diferenças. Em três obras publicadas pela Editora Moderna e com ilustração de Ana Matsusaki, o autor aborda temas como discriminação, bullying e diferenças sociais.

 

Saiba mais sobre as obras:

 

Laís, a Fofinha: a personagem que dá nome ao livro sofre bullying na nova escola devido ao fato de ser gorda. Cansada dos julgamentos, Laís inventa dietas malucas que colocam sua saúde em risco e se torna uma criança triste, mas depois ela encontra uma oportunidade de superação. A lição que este livro traz é a de aceitação própria e de como questões estéticas são irrelevantes.

 

A Ararinha do Bico Torto: a temática central deste livro é o preconceito em relação a deficiências físicas. A história gira em torno de uma arara que nasceu com o bico torto, que não conseguia se alimentar e que foi rejeitada pela família. Mas ela teve a sorte de encontrar o garoto Mário, que a alimentou e tornou seu amigo.

 

Pituxa, a Vira-Lata: o livro conta a história de Alice, garota rica que adora seus dois pastores-alemães. Sempre que saía com sua mãe, a menina se incomodava com a presença de um catador de papelão acompanhado de sua cadela vira-lata, Pituxa. Em um certo dia o catador morreu e a mãe de Alice acolheu o cachorro. Após uma reviravolta na vida da garotinha, Pituca ganhou uma grande importância para ela e todos.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

 

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