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Raul da ferrugem azul - 2ª edição
   


64 página(s) 16 X 23 cm ISBN 85-16-03481-X
Preço sugerido R$ 28,90

INDICAÇÕES
2º ano - Fundamental I
3º ano - Fundamental I
4º ano - Fundamental I
5º ano - Fundamental I

Disciplina(s)
-Língua portuguesa

 
PRÊMIOS
-O melhor para a criança - FNLIJ - 1979 -Prêmio Hans Christian Andersen - 2000

SINOPSE

Raul estava mesmo intrigado com aquelas manchas azuis que se espalhavam pelo seu corpo. Ora apareciam nos braços, e ele não conseguia fazê-las sumir, mesmo lavando com xampu, álcool e até detergente. Ora - que susto! - estavam no pescoço, nas pernas, na língua e até na garganta! O que estaria acontecendo? O que seriam aquelas estranhas manchas,que ninguém parecia ver? Alguma doença contagiosa? De tanto pensar, Raul deduziu: ele, Raul, tinha ferrugem azul! O mistério tinha que ter uma explicação. Em busca das respostas, o menino descobre como a dificuldade de reagir às pequenas - e grandes - violências do cotidiano marcam nosso espírito e nosso corpo.

Depois de mais de meio milhão de exemplares
vendidos, vários prêmios e publicação no exterior, Raul
da ferrugem azul está de volta, para encantar novas
gerações de leitores.

MATERIAL PARA IMPRIMIR
 
OUTRAS OBRAS DESSE AUTOR
- A minhoca da sorte
- A velha misteriosa - 2ª edição
- A velhinha maluquete
- A zabumba do quati
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Ana Maria Machado

Nascida no Rio de Janeiro, em 1941, Ana Maria Machado lecionou Língua Portuguesa na Sorbone, França, até o início da década de 70. Foi estagiária na revista Elle, pesquisadora no Comité contre la Faim et pour le Développement, aluna da Ecole Pratique des Hautes Etudes, onde desenvolveu uma tese sob orientação do grande semiólogo francês Roland Barthes.

De volta ao Brasil, em fins de 1971, cresce a Ana jornalista. Começa como repórter a logo é chefe do departamento de jornalismo da Rádio Jornal do Brasil. Como professora universitária, Ana ensina rádio, jornalismo e literatura brasileira.

A década de 80 revelou ser a década do livro na vida de Ana Maria Machado. Largou tudo o que vinha fazendo e fundou uma livraria especializada em literatura infantil, a Malasartes.Nessa fecunda década, Ana publicou mais de 40 livros. Logo em 81 recebeu o Prêmio Casa de las Américas por De olho nas penas, um mágico e pungente inventário da opressão do índio e do negro.

Pela literatura infantil e pelo Brasil, Ana corre o mundo. Já em 1978, na reunião do International Board on Books for Young People (IBBY), tinha sido eleita membro do júri que confere a cada dois anos o Prêmio Hans Christian Andresen, uma espécie de Nobel da Literatura Infantil. Em Pittsburgh, nos Estados Unidos, fala sobre arte e censura no Brasil dos anos 70; em Bologna, na Itália, supervisiona o estande brasileiro na Feira Internacional do Livro Infantil; em Luanda, Angola, coordena uma oficina de criação literária; em Nicósia, Chipre, fala sobre literatura infantil brasileira; em Basiléia, na Suiça, discorre sobre literatura infantil na Amárica Latina; em Bratislava, Tcheco-Eslováquia, participa de um seminário internacional de ilustrações; em Tóquio, Japão, com um trabalho seu é aberto o congresso do IBBY; em Kingston, Jamaica, representa a Unesco num congresso sobre o fomento da literatura infantil no Caribe.

O definitivo reconhecimento internacional da obra de Ana Maria Machado aconteceu em 2000. Ana recebeu o Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da Literatura Infantil e Juvenil, em Cartagena de Índias, na Colômbia.


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